/quem somos/

A Curto Circuito é uma empresa de impacto social que promove educação midiática no Brasil.

Letramento digital é perceber criticamente os espaços digitais e saber agir neles. Educação midiática é navegar pelas linguagens e discursos da internet e identificar desinformação, discurso de ódio e outras violências. A educação antidiscriminatória atravessa as duas. Cada pessoa chega com uma trajetória e um nível diferente de acesso à tecnologia, e os discursos das redes são lidos considerando marcadores de gênero, raça, sexualidade, território e idade.

Para quem

Trabalhamos com dois públicos prioritários.

12–17

Jovens

Expostos à desinformação, ao discurso de ódio, à cultura digital precoce e ao incentivo ao consumo.

60+

Mulheres

O grupo mais atingido pela exclusão digital, por golpes e por fraudes.

O que fazemos

Infoprodutos e formações, presenciais e on-line.

Produzimos cartilhas, guias, tutoriais e jogos de aprendizagem. Realizamos oficinas, cursos e palestras, presenciais e on-line, com sindicatos, organizações do terceiro setor, projetos sociais e governos. Nossas atividades já chegaram à periferia de Curitiba, ao Vale do Ribeira, a Teresina, a Belém e a Natal.

Jovens em roda, vistos de baixo, cada um olhando o próprio celular
Nossa trajetória

Todo projeto chega ao fim e abre novos capítulos. É dessa experiência que nasce a Curto Circuito.

São três anos de atuação em letramento digital e educação midiática. A equipe, formada por educadores e pesquisadores da Pedagogia e das Ciências Humanas, passou dois anos no Laboratório de Cultura Digital (LabCD/UFPR), em parceria com o Ministério da Cultura. Lá criou metodologias, cartilhas, cursos e oficinas para agentes culturais e organizações da sociedade civil, no Programa Nacional dos Comitês de Cultura. Também formou educadores da educação básica na Estratégia de Educação Midiática da Secom.

Mesa de debate com quatro pessoas em poltronas azuis diante de um telão sobre linguagem simples
Equipe em mesa sobre linguagem simples como aplicação metodológica, no Laboratório de Cultura Digital.
Nossa metodologia

Investigar, Entender & Criar.

01

Investigar

Partimos do que o público já vive nas redes. Com sondagens anônimas, rodas de conversa, casos reais e dados, a turma investiga a própria realidade digital, checa fontes e levanta evidências. Gênero e raça entram como lentes de investigação.

02

Entender

Com as evidências reunidas, a turma dá nome aos problemas. Analisa o funcionamento das plataformas, dos algoritmos e da inteligência artificial, conhece as leis que protegem as pessoas nos ambientes digitais e identifica os sinais de cada violência. É o momento de entender por que a desinformação e o discurso de ódio circulam, quem lucra com eles e como afetam de forma desigual meninas, mulheres e pessoas negras.

03

Criar

O aprendizado vira resposta. A turma produz algo voltado à autoexpressão e a uma cultura de segurança digital coletiva. Quem participa deixa de ser apenas usuário de tecnologia e passa a se reconhecer como autor no ambiente digital.

/equipe/

Bruno Lous

Gerente de Articulação Institucional

Pedagogo e doutor em Educação. Coordenou o eixo de Letramento Digital no Laboratório de Cultura Digital (UFPR/Ministério da Cultura).

Maria Julia Silvestre

Gerente de Produto e Narrativas

Historiadora, educadora e pesquisadora de imaginação política e tecnopolíticas.

Rafaela Zimkovicz

Gerente de Inteligência de Dados e Impacto

Historiadora, educadora e pesquisadora de mídias digitais. Coordenou o eixo de Linguagem Simples no Laboratório de Cultura Digital (UFPR/Ministério da Cultura).

/contato/

Quer levar uma oficina, curso ou palestra para sua escola, sindicato, organização ou município? Fale com a gente.