/ações/

Em três anos, levamos letramento digital a escolas, comunidades quilombolas, sindicatos, projetos sociais e governos de quatro estados. Cada número abaixo é uma turma que aprendeu a checar uma notícia, reconhecer um golpe ou criar a partir da tecnologia.

Impacto
0pessoas alcançadas
0pessoas em oficinas, cursos e palestras
0pessoas 60+ em formações
0pessoas alcançadas por cartilhas e cursos on-line
0estados com ações: PR, PI, PA e RN
0anos de atuação

O total de pessoas alcançadas soma o público das formações, os agentes culturais alcançados pelo Edital de Mestres e Mestras da Cultura Popular de Pinhais, quem acessou nossos materiais e a audiência da entrevista à TV Evangelizar.

Detalhamento por ação
  • 50mulheres 60+ · curso Golpes digitais (SISMMAC)
  • 50professoras e professores aposentados · palestra IA no cotidiano (APP Sindicato)
  • 50mulheres 60+ · formação Uso da Tecnologia e das Mídias de Comunicação para Mulheres Idosas (PLP's Perifa)
  • 40professores da rede estadual do Piauí e servidores · formação de professores (Secom/Governo Federal)
  • 40jovens e educadores · comunidade quilombola João Surá
  • 30empresários · evento Cultura e Negócios (Prefeitura de Pinhais)
  • 10meninas · Projeto Germinar
  • 100agentes culturais · Edital de Mestres e Mestras da Cultura Popular (Pinhais)
  • 1.000pessoas · cartilhas e cursos on-line (LabCD)
  • 5.000pessoas · entrevista de Bruno Lous à TV Evangelizar sobre letramento digital para crianças

/portfólio/

Formações

Sala de aula com estudantes em grupos e um educador no quadro, na comunidade quilombola de João Surá
Oficina

Como usar seu computador

Comunidade quilombola de João Surá, Adrianópolis (PR) · 40 jovens e educadores

A turma desmontou o funcionamento de notebook, computador, celular e tablet, descobriu por que alguns aparelhos são difíceis de consertar e instalou um Linux em pen drive. Da comparação entre os aparelhos, chegou ao software livre e à pergunta: o que nos impede de criar nossos próprios aplicativos?

Roda de conversa com adolescentes em uma sala de aula
Oficina

Combate à desinformação

Colégio Estadual Zumbi dos Palmares, Colombo (PR)

Adolescentes escolheram uma notícia da própria realidade e mapearam, em post-its, o que mudaria para eles, suas famílias, amigos e vizinhos se ela fosse verdadeira ou falsa. A oficina terminou com propostas da turma para enfrentar a desinformação.

Participantes da oficina do Projeto Germinar reunidas em frente a um jardimMeninas e mulheres ao redor de uma mesa jogando cartas sobre violência digital
Oficina

Letramento digital com perspectiva de gênero

Projeto Germinar, Comunidade Santo Inácio, Curitiba (PR) · 10 meninas de 10 a 12 anos

Por que as redes sociais são gratuitas? Como o algoritmo decide o que aparece no feed? A partir dessas perguntas, a turma analisou como o discurso red pill e a misoginia circulam nas novelas de frutas geradas por IA e, com jogos de cartas, aprendeu a reconhecer violências no ambiente digital.

Turma de professoras aposentadas acompanha a aula no auditório do SISMMAC
Curso

Golpes digitais

SISMMAC (Sindicato dos Servidores do Magistério Municipal de Curitiba) · 50 mulheres 60+

Quatro encontros construídos a partir das dúvidas das participantes. Senhas, golpes por WhatsApp, sites falsos, deepfakes e identificação de imagens e vídeos criados por IA. Cada encontro terminou com estratégias de proteção construídas pela turma.

Educador aponta para um diagrama na tela: coleta de dados, datacenter, treinamento, inferência e resposta
Palestra

Inteligência artificial no cotidiano

APP Sindicato · 50 professoras e professores aposentados

Dos algoritmos das redes aos deepfakes nas eleições, a palestra mostrou onde a IA já está no dia a dia e como reconhecer conteúdo fabricado antes de compartilhar. Também revelou a infraestrutura por trás de cada resposta de um chatbot: data centers que consomem energia e água e se concentram nas mãos de poucas empresas.

Professores trabalham em cartazes durante a oficina em Teresina, com o educador ao fundo diante da tela
Formação

Formação de professores em letramento digital

Secom/Governo Federal e Seduc-PI, Teresina (PI) · 40 professores e servidores

Em maio de 2026, a equipe integrou a agenda do Governo Federal para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital, ao lado da SaferNet Brasil, do Instituto Palavra Aberta e da Redes Cordiais, e conduziu a oficina de letramento digital para educadores da rede estadual.

Palestra

Cultura e Negócios

Prefeitura de Pinhais (PR) · 30 empresários

Palestra para empresários do município sobre os mecanismos de incentivo fiscal à cultura, como a Lei Rouanet e o PROFICE.

Edital

Edital de Mestres e Mestras da Cultura Popular

Secretaria de Cultura de Pinhais (PR) · 100 agentes culturais

[Descrever a participação da Curto Circuito no edital.]

Cartilhas e cursos on-line

8

Série Educação Popular e Letramento Digital

Oito cartilhas para discutir o digital de forma crítica: educação popular, história do software livre, colonialismo de dados, cidadania digital, combate à desinformação, IA e crise ambiental, tecnopolíticas de gênero e racismo algorítmico. Produzida no Laboratório de Cultura Digital (UFPR/MinC).

Acessar a série
21

Série Comunicação Cidadã: gênero, raça e acessibilidade

Cartilhas sobre comunicação cidadã e linguagem simples, com foco na diversidade na comunicação digital. Produzida no Laboratório de Cultura Digital (UFPR/MinC).

Acessar a série
40h

Cursos on-line na UFPR Aberta

Curso livre de Letramento Digital (40h) e curso Comunicação Cidadã e Linguagem Simples, abertos ao público.

Acessar o curso
Fileira de computadores coloridos dos anos 1990 em uma vitrine

Pesquisa

  • Artigo

    Educação Popular para o Letramento Digital: uma nova abordagem para aprendizagem e engajamento político

    Bruno Lous, Marco Konopacki, Rosilene Komarcheski e Jim Artie Roquette Valente. 49º Encontro Anual da ANPOCS, 2025. Preprint SciELO.

  • Artigo

    Inteligência artificial — FENDA

    [Título, autoria, veículo e ano.]

  • Na mídia

    TV Evangelizar

    Bruno Lous fala sobre letramento digital para crianças.

/nosso horizonte/

Projeto aprovado · Política Nacional Aldir Blanc · Curitiba 2026

Curto Circuito: estúdio de criação em cultura digital jovem

Um laboratório de criação artística para estudantes de ensino médio de escolas públicas de Curitiba, de 14 a 18 anos. Em vez de consumir o que as plataformas entregam, os jovens criam: vídeos-ensaios, zines, séries fotográficas, artes digitais, minidocumentários e podcasts.

Como funciona

São 8 oficinas de arte-educação ao longo de dois meses, em duas turmas, no Estúdio Riachuelo e no CECAD Guido Viaro. Cada encontro combina repertório em cultura digital, investigação de linguagens e produção autoral, com apoio de três artistas paranaenses: roteirista, ilustrador digital e profissional de audiovisual. Os temas atravessam o enfrentamento ao racismo, à misoginia e à LGBTfobia, a diversidade cultural, a sustentabilidade e a inteligência artificial. Cada estudante recebe bolsa mensal de apoio para transporte, alimentação e equipamentos.

Encerramento

O percurso termina na Mostra Curto Circuito, com a exibição de um vídeo-documentário sobre o processo e as obras da turma e uma roda de conversa com a comunidade. Como contrapartida, educadores da rede pública participam da oficina Cultura Digital nas Escolas.

Jovem deitada no chão, de fones de ouvido, digitando em um teclado

/parceiros/

Quem constrói com a gente.

  • Secretaria de Cultura de Pinhais
  • Coletivo Promotoras Legais Populares Perifa (PLP's Perifa)
  • Projeto Germinar
  • APP Sindicato
  • SISMMAC
  • Laboratório de Cultura Digital (UFPR/MinC)